{"id":701167,"date":"2026-06-25T22:55:25","date_gmt":"2026-06-26T01:55:25","guid":{"rendered":"https:\/\/primeirojornal.com.br\/2026\/06\/25\/entrevista-e-possivel-prever-terremotos-altamente-destrutivos\/"},"modified":"2026-06-25T22:56:08","modified_gmt":"2026-06-26T01:56:08","slug":"entrevista-e-possivel-prever-terremotos-altamente-destrutivos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/2026\/06\/25\/entrevista-e-possivel-prever-terremotos-altamente-destrutivos\/","title":{"rendered":"Entrevista: \u00e9 poss\u00edvel prever terremotos altamente destrutivos?"},"content":{"rendered":"\n<p style=\"text-align: justify;\">Duas fortes r\u00e9plicas s\u00edsmicas atingiram a Venezuela na noite de quarta-feira (24), deixando ao menos 188 mortos e mais de 1.500 feridos. Cerca de 250 edif\u00edcios ficaram danificados ou destru\u00eddos, e o abalo foi sentido em regi\u00f5es vizinhas, incluindo o Brasil. O Olhar Digital News ouviu Bruno Colla\u00e7o, sism\u00f3logo do Centro de Sismologia da USP, para entender as causas do fen\u00f4meno e se seria poss\u00edvel evitar uma trag\u00e9dia ainda maior.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com o balan\u00e7o mais recente das autoridades venezuelanas, 188 pessoas perderam a vida e mais de 1.500 ficaram feridas. A magnitude dos abalos provocou danos em centenas de estruturas, levando equipes de resgate a mobilizar recursos para socorrer sobreviventes e avaliar os estragos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O tremor tamb\u00e9m deixou consequ\u00eancias para al\u00e9m das fronteiras venezuelanas. Em Bel\u00e9m, capital do Par\u00e1, pr\u00e9dios foram esvaziados como medida de precau\u00e7\u00e3o, embora n\u00e3o tenha havido feridos. As autoridades locais enfatizaram a import\u00e2ncia de manter rotas de evacua\u00e7\u00e3o abertas e de monitorar poss\u00edveis r\u00e9plicas nas pr\u00f3ximas horas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na entrevista \u00e0 reda\u00e7\u00e3o, Bruno Colla\u00e7o explicou o que se sabe at\u00e9 o momento sobre as causas dos abalos e discutiu se poderia ter havido algum mecanismo para evitar perdas significativas. O sism\u00f3logo do Centro de Sismologia da USP destacou a import\u00e2ncia de o monitoramento cont\u00ednuo e a avalia\u00e7\u00e3o de riscos em regi\u00f5es vulner\u00e1veis para orientar a\u00e7\u00f5es de emerg\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O epis\u00f3dio serve como lembrete da for\u00e7a da natureza e da necessidade de programas estruturados de prepara\u00e7\u00e3o. Especialistas reiteram a validade de sistemas de alarme e de constru\u00e7\u00e3o resistente a abalos, especialmente em \u00e1reas de maior densidade populacional, para reduzir impactos em desastres futuros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E voc\u00ea, o que j\u00e1 viveu ou tem visto em situa\u00e7\u00f5es de abalos s\u00edsmicos? Deixe seus coment\u00e1rios e opini\u00f5es sobre como comunidades podem se preparar melhor para terremotos e quais medidas de gest\u00e3o de crise parecem mais eficazes diante de eventos como este.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Duas fortes r\u00e9plicas s\u00edsmicas atingiram a Venezuela na noite de quarta-feira (24), deixando ao menos 188 mortos e mais de 1.500 feridos. 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