{"id":703178,"date":"2026-06-29T03:33:51","date_gmt":"2026-06-29T06:33:51","guid":{"rendered":"https:\/\/primeirojornal.com.br\/2026\/06\/29\/mae-acusa-negligencia-apos-bebe-morrer-cinco-minutos-apos-parto-no-pi\/"},"modified":"2026-06-29T03:35:06","modified_gmt":"2026-06-29T06:35:06","slug":"mae-acusa-negligencia-apos-bebe-morrer-cinco-minutos-apos-parto-no-pi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/2026\/06\/29\/mae-acusa-negligencia-apos-bebe-morrer-cinco-minutos-apos-parto-no-pi\/","title":{"rendered":"M\u00e3e acusa neglig\u00eancia ap\u00f3s beb\u00ea morrer cinco minutos ap\u00f3s parto no PI"},"content":{"rendered":"\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo curto: uma m\u00e3e de 22 anos, com 39 semanas de gesta\u00e7\u00e3o, afirma que a morte de sua rec\u00e9m-nascida, minutos ap\u00f3s o parto, foi resultado de neglig\u00eancia m\u00e9dica no Hospital Regional Justino Luz, em Picos (PI). O MPPI investiga poss\u00edvel falha na obstetr\u00edcia; o hospital sustenta que a condu\u00e7\u00e3o do parto seguiu diretrizes, com a m\u00e9dica presente no setor e sem abandono do atendimento.<\/p>\n<figure><figcaption> Reprodu&ccedil;&atilde;oWeb<\/figcaption><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.metroimg.com\/bwA_rILoDTdxjMuen7F3aZfZsodN2Z86EJU-0kEupgw\/w:600\/q:85\/f:webp\/plain\/https:\/\/images.metroimg.com\/2026\/06\/whatsapp-image-2026-06-26-at-152458_3x2.jpg\" alt=\"M&atilde;e acusa neglig&ecirc;ncia ap&oacute;s beb&ecirc; morrer cinco minutos ap&oacute;s parto no PI\" width=\"600\" height=\"400\" loading=\"eager\" fetchpriority=\"high\"><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ao todo, a fam&iacute;lia descreve um desfecho tr&aacute;gico<\/strong>: a parturiente chegou com 39 semanas de gesta\u00e7\u00e3o no hospital, houve dilata&ccedil;&atilde;o normal at&eacute; a troca de plant&atilde;o, e, segundo a den\u00fancia, a m&eacute;dica que atendia teria deixado a sala em diversos momentos. Mesmo com solicita&ccedil;&otilde;es de cesariana devido ao cansa&ccedil;o extremo, o procedimento teria sido negado. Horas depois, a rec\u00e9m-nascida nasceu em estado grav&iacute;sso e faleceu cerca de cinco minutos ap&oacute;s o parto. A m&atilde;e, segundo o relato, pediu avalia&ccedil;&atilde;o para alta e participa&ccedil;&atilde;o no vel&oacute;rio, mas a libera&ccedil;&atilde;o ocorreu apenas ap&oacute;s interven&ccedil;&atilde;o da assistente social.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O boletim de ocorr&ecirc;ncia lembra diverg&ecirc;ncias entre os hor&aacute;rios do prontu&aacute;rio e a documenta&ccedil;&atilde;o hospitalar, alimentando desconfian&ccedil;as sobre a qualidade do registro cl&iacute;nico.<\/p>\n<h2>A resposta do hospital<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Hospital Regional Justino Luz afirmou que a escolha da via de parto &eacute; ato m&eacute;dico privativo, dependente do diagn&oacute;stico obst&eacute;trico, e que a paciente foi admitida com evolu&ccedil;&atilde;o obst&eacute;trica compat&iacute;vel com a normalidade. A dire&ccedil;&atilde;o sustenta que a condu&ccedil;&atilde;o do parto por via vaginal est&aacute; de acordo com diretrizes nacionais e internacionais, e que houve acompanhamento durante toda a interna&ccedil;&atilde;o. A equipe destaca que a m&eacute;dica estava no setor obst&eacute;trico, pr&oacute;xima &agrave; sala de parto, com disponibilidade imediata para avalia&ccedil;&atilde;o, sem evid&ecirc;ncia de abandono do atendimento.<\/p>\n<blockquote><p>&ldquo;Nesse contexto, a manuten&ccedil;&atilde;o da condu&ccedil;&atilde;o do parto por via vaginal configurava a conduta recomendada pelas diretrizes nacionais e internacionais vigentes.&rdquo;<\/p><\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">A gestora tamb&eacute;m informou que a m&eacute;dica est&aacute; no &uacute;ltimo m&ecirc;s de resid&ecirc;ncia em ginecologia e obstetr&iacute;cia, com registro regular no CRM. O CRMsustenta que uma sindic&acirc;ncia foi instaurada para apurar o caso. O hospital enfatiza ainda que, segundo as diretrizes, a avalia&ccedil;&atilde;o obst&eacute;trica pode ser realizada por enfermeira obstetra e que n&atilde;o houve abandono assistencial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Procurados, nem o CRM, nem o hospital nem a Pol\u00edcia Civil se pronunciaram at&eacute; a &uacute;ltima atualiza&ccedil;&atilde;o desta edi&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<h2>Den&uacute;ncia contra o delegado<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">A fam&iacute;lia tamb\u00e9m questiona a dilig&ecirc;ncia policial, afirmando que, ap&oacute;s o registro do boletim de ocorr&ecirc;ncia na 1&ordf; Delegacia, nenhum inqu&eacute;rito foi instaurado por mais de tr&ecirc;s meses. <\/p>\n<blockquote><p>Segundo a den\u00fancia, o delegado que registrou o caso seria irm&atilde;o da m&eacute;dica investigada. Diante disso, a fam&iacute;lia pediu a designa&ccedil;&atilde;o de outra autoridade policial para conduzir as investiga&ccedil;&otilde;es, al&eacute;m da comunica&ccedil;&atilde;o dos fatos &agrave; Corregedoria da Pol&iacute;cia Civil.<\/p><\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">A dupla pressa por uma apura&ccedil;&atilde;o independente permanece, com a fam&iacute;lia cobrando clareza nos desdobramentos da investiga&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E voc\u00ea, o que pensa sobre casos de atendimento obst&eacute;trico durante o parto? Compartilhe sua opi&atilde;o nos coment&aacute;rios e participe deste debate sobre seguran&ccedil;a, registro cl&iacute;nico e transpar&ecirc;ncia nas investiga&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resumo curto: uma m\u00e3e de 22 anos, com 39 semanas de gesta\u00e7\u00e3o, afirma que a morte de sua rec\u00e9m-nascida, minutos ap\u00f3s o parto, foi\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":15,"featured_media":703180,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[82],"tags":[],"class_list":["post-703178","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-policia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/703178","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/15"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=703178"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/703178\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":703179,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/703178\/revisions\/703179"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/703180"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=703178"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=703178"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=703178"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}