{"id":719976,"date":"2026-08-07T02:59:32","date_gmt":"2026-08-07T05:59:32","guid":{"rendered":"https:\/\/primeirojornal.com.br\/2026\/08\/pix-amplia-participacao-nos-pagamentos-em-bares-e-restaurantes\/"},"modified":"2026-08-07T03:00:27","modified_gmt":"2026-08-07T06:00:27","slug":"pix-amplia-participacao-nos-pagamentos-em-bares-e-restaurantes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/2026\/08\/07\/pix-amplia-participacao-nos-pagamentos-em-bares-e-restaurantes\/","title":{"rendered":"Pix amplia uso como forma de pagamento em bares e restaurantes"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"resumo-jornalistico\" style=\"border:1px solid #d0d0d0; padding:12px; margin-bottom:16px; background:#f9f9f9;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Pix representa 20,5% das vendas presenciais em bares e restaurantes no Brasil, segundo Abrasel (amostra de 2.109 pontos). Em 2024, o Pix ficou em 16,5% das transa\u00e7\u00f5es; dinheiro em esp\u00e9cie caiu para 8,3%. Regi\u00e3o Norte lidera o uso (29,8%), seguido pelo Nordeste (24,2%). Ades\u00e3o \u00e9 maior entre micro e pequenas empresas, com impacto significativo em redes de alimenta\u00e7\u00e3o r\u00e1pida. O estudo destaca o Pix como ferramenta de fideliza\u00e7\u00e3o e inova\u00e7\u00e3o no setor.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Brasil &#8211; O Pix respondeu por <strong>20,5%<\/strong> das vendas presenciais em bares e restaurantes do pa\u00eds, mostra levantamento da Abrasel, que contabilizou <strong>2.109<\/strong> pontos comerciais. A pesquisa, mensal, tamb\u00e9m revela que, embora o cart\u00e3o de cr\u00e9dito siga como principal meio de pagamento, o Pix avan\u00e7a principalmente entre pequenos estabelecimentos e redes de alimenta\u00e7\u00e3o r\u00e1pida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na edi\u00e7\u00e3o de 2024, o Pix representou <strong>16,5%<\/strong> das transa\u00e7\u00f5es, enquanto o dinheiro em esp\u00e9cie ficou com <strong>8,3%<\/strong> das vendas presenciais. O cr\u00e9dito continua liderando, com participa\u00e7\u00e3o de <strong>41,5%<\/strong>, seguido pelo d\u00e9bito (<strong>25,1%<\/strong>). O voucher soma <strong>4,6%<\/strong>, e o cheque permanece abaixo de 1%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A ades\u00e3o ao Pix \u00e9 mais intensa entre empresas de menor porte.<\/strong> Estabelecimentos com faturamento anual de at\u00e9 <strong>R$ 130 mil<\/strong> respondem por <strong>30,4%<\/strong> das vendas no sal\u00e3o e balc\u00e3o. Empresas entre <strong>R$ 130 mil e R$ 360 mil<\/strong> faturam <strong>22,6%<\/strong>, enquanto as que recebem at\u00e9 <strong>R$ 1 milh\u00e3o<\/strong> chegam a <strong>24%<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre as companhias com faturamento superior a <strong>R$ 1 milh\u00e3o<\/strong>, a participa\u00e7\u00e3o do Pix varia entre <strong>14,9% e 17,5%<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O tipo de estabelecimento tamb\u00e9m influencia o uso do meio de pagamento.<\/strong> Nos pontos de alimenta\u00e7\u00e3o r\u00e1pida, o Pix j\u00e1 representa <strong>24,6%<\/strong> das vendas; entre restaurantes especializados, chega a <strong>21%<\/strong>; em bares e casas noturnas, \u00e9 de <strong>19,9%<\/strong>; e em restaurantes que servem refei\u00e7\u00f5es completas, fica em <strong>17%<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cO cliente quer rapidez, praticidade e seguran\u00e7a no momento do pagamento. Ao mesmo tempo, o empres\u00e1rio busca solu\u00e7\u00f5es que reduzam custos e tragam mais previsibilidade ao fluxo de caixa. O Pix conseguiu atender a essas duas necessidades e, por isso, se tornou uma ferramenta essencial para os bares e restaurantes\u201d, afirmou, em nota, o presidente da Abrasel, <strong>Paulo Solmucci<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Regi\u00f5es<\/strong> \u2014 O Pix tem peso expressivo nas regi\u00f5es. No Norte, a participa\u00e7\u00e3o m\u00e9dia \u00e9 de <strong>29,8%<\/strong>, acima de outras regi\u00f5es; no Nordeste, \u00e9 de <strong>24,2%<\/strong>, com o d\u00e9bito em <strong>23,4%<\/strong>. Nas demais \u00e1reas, o Pix ocupa a <strong>terceira posi\u00e7\u00e3o<\/strong> entre meios de pagamento: <strong>Sudeste 18,1%<\/strong>, <strong>Centro-Oeste 17,9%<\/strong> e <strong>Sul 16,5%<\/strong>. Ainda assim, o dinheiro em esp\u00e9cie permanece abaixo de <strong>11%<\/strong> em todas as regi\u00f5es, sinalizando a consolida\u00e7\u00e3o da digitaliza\u00e7\u00e3o do consumo no pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cO Pix n\u00e3o \u00e9 apenas uma forma de pagamento. Ele cria oportunidades para programas de fidelidade, pedidos digitais e novas experi\u00eancias ao consumidor, al\u00e9m de abrir espa\u00e7o para mais efici\u00eancia, inova\u00e7\u00e3o e competitividade no setor\u201d, completou Solmucci.<\/p>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resumo: Pix representa 20,5% das vendas presenciais em bares e restaurantes no Brasil, segundo Abrasel (amostra de 2.109 pontos). 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