{"id":720428,"date":"2026-08-08T21:01:25","date_gmt":"2026-08-09T00:01:25","guid":{"rendered":"https:\/\/primeirojornal.com.br\/2026\/08\/cientistas-recorrem-aos-tubaroes-para-melhorar-previsao-sobre-furacoes-2\/"},"modified":"2026-08-08T21:02:16","modified_gmt":"2026-08-09T00:02:16","slug":"cientistas-recorrem-aos-tubaroes-para-melhorar-previsao-sobre-furacoes-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/2026\/08\/08\/cientistas-recorrem-aos-tubaroes-para-melhorar-previsao-sobre-furacoes-2\/","title":{"rendered":"Pesquisadores usam tubar\u00f5es para aprimorar previs\u00e3o de furac\u00f5es"},"content":{"rendered":"\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<strong>Resumo jornal\u00edstico:<\/strong> Pesquisadores da <strong>Universidade de Delaware<\/strong> testam <strong>tubar\u00f5es equipados com sensores<\/strong> para coletar dados do oceano em tempo quase real, medindo <strong>condutividade el\u00e9trica (salinidade)<\/strong>, <strong>temperatura<\/strong> e <strong>profundidade<\/strong>. Esses dados alimentam modelos <strong>oceanogr\u00e1ficos, atmosf\u00e9ricos e clim\u00e1ticos<\/strong>, com foco na <strong>camada mista<\/strong> da \u00e1gua, onde o calor sustenta furac\u00f5es. A estrat\u00e9gia usa tubar\u00f5es como observadores m\u00f3veis, aproveitando sua disponibilidade natural.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<strong>Delaware, EUA<\/strong> \u2014 Pesquisadores da Universidade de Delaware est\u00e3o testando tubar\u00f5es como observadores m\u00f3veis de dados oce\u00e2nicos, instalando etiquetas digitais que carregam sensores para medir condutividade el\u00e9trica, temperatura e profundidade. As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o transmitidas quase em tempo real aos sat\u00e9lites para alimentar modelos oceanogr\u00e1ficos, atmosf\u00e9ricos e clim\u00e1ticos.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<strong>Aaron Carlisle<\/strong>, pesquisador principal e professor da Escola de Ci\u00eancias Marinhas e Pol\u00edticas da institui\u00e7\u00e3o, afirmou que <em>\u201csensores acoplados a animais t\u00eam sido usados com sucesso por ocean\u00f3grafos h\u00e1 anos, particularmente em elefantes-marinhos nas regi\u00f5es polares\u201d<\/em>, destacando que a abordagem j\u00e1 mostra resultados promissores em outros ambientes.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nSegundo Carlisle, a pesquisa oferece uma <strong>nova oportunidade<\/strong> porque tubar\u00f5es s\u00e3o abundantes, amplamente distribu\u00eddos e mais acess\u00edveis do que muitos mam\u00edferos marinhos protegidos. Atualmente, os cientistas rastreavam principalmente os deslocamentos e os habitats usados pelos peixes, mas a etiqueta\u00e7\u00e3o visa ampliar o conjunto de dados \u00fatil para previs\u00f5es.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nOs pesquisadores enfatizam a escolha de tubar\u00f5es capazes de coletar medi\u00e7\u00f5es \u00fateis para estudos de furac\u00f5es, priorizando esp\u00e9cies que sobem \u00e0 superf\u00edcie com frequ\u00eancia suficiente para transmitir informa\u00e7\u00f5es aos sat\u00e9lites. Carlisle explica que o foco est\u00e1 no <strong>conte\u00fado de calor da camada superior do oceano<\/strong>, conhecida como <strong>camada mista<\/strong>, que determina a intensidade dos furac\u00f5es \u2014 uma camada mais quente ret\u00e9m calor que alimenta as tempestades.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<em>\u201cEssa \u00e9 a parte da coluna d\u2019\u00e1gua que realmente determina a intensidade dos furac\u00f5es \u2014 uma camada mista mais quente significa furac\u00f5es mais fortes \u2014, pois ret\u00e9m o calor que alimenta os furac\u00f5es.\u201d<\/em> disse Carlisle, refor\u00e7ando a import\u00e2ncia do monitoramento cont\u00ednuo do oceano para aprimorar previs\u00f5es clim\u00e1ticas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resumo jornal\u00edstico: Pesquisadores da Universidade de Delaware testam tubar\u00f5es equipados com sensores para coletar dados do oceano em tempo quase real, medindo condutividade el\u00e9trica\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":11,"featured_media":720430,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[7554],"tags":[],"class_list":["post-720428","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-internacional"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/720428","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/11"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=720428"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/720428\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":720429,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/720428\/revisions\/720429"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/720430"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=720428"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=720428"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=720428"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}