{"id":723785,"date":"2026-08-22T04:54:46","date_gmt":"2026-08-22T07:54:46","guid":{"rendered":"https:\/\/primeirojornal.com.br\/2026\/08\/desigualdades-marcam-formalizacao-do-trabalho-entre-jovens-brasileiros\/"},"modified":"2026-08-22T04:56:53","modified_gmt":"2026-08-22T07:56:53","slug":"desigualdades-marcam-formalizacao-do-trabalho-entre-jovens-brasileiros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/2026\/08\/22\/desigualdades-marcam-formalizacao-do-trabalho-entre-jovens-brasileiros\/","title":{"rendered":"Jovens brasileiros enfrentam barreiras de acesso ao trabalho formal"},"content":{"rendered":"\n<p style=\"text-align: justify;\">\nResumo: Nova pesquisa sobre juventudes e o mundo do trabalho aponta desigualdades na formaliza\u00e7\u00e3o entre jovens de 16 a 29 anos no Brasil. <br \/>Ouvidos 1.816 jovens entre 11 e 23 de maio. <br \/>70% j\u00e1 trabalham; 44% t\u00eam carteira assinada. <br \/>Dados da Funda\u00e7\u00e3o Ita\u00fa, com apoio t\u00e9cnico do Datafolha e do Instituto Locomotiva; divulga\u00e7\u00e3o pela Ag\u00eancia Brasil, parceira do PrimeiroJornal.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nBrasil acompanha os resultados da pesquisa Juventudes e o Mundo do Trabalho, realizada pela Funda\u00e7\u00e3o Ita\u00fa com apoio t\u00e9cnico do Datafolha e do Instituto Locomotiva. Conforme informa\u00e7\u00f5es divulgadas pela Ag\u00eancia Brasil, parceira do PrimeiroJornal, o estudo ouviu 1.816 jovens de todo o pa\u00eds entre 11 e 23 de maio deste ano. Entre os entrevistados, <strong>70%<\/strong> estavam empregados, e <strong>44%<\/strong> desses trabalhadores tinham carteira assinada.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nO levantamento tamb\u00e9m aponta que <strong>20%<\/strong> dos jovens de 16 a 29 anos est\u00e3o em busca de trabalho no Brasil atualmente; <strong>29%<\/strong> procuraram ativamente por vagas nos \u00faltimos seis meses, e <strong>61%<\/strong> tentaram uma nova coloca\u00e7\u00e3o no \u00faltimo ano.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<strong>Desigualdades sociais, regionais e raciais<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nEntre os trabalhadores formais, jovens das classes A\/B respondem por <strong>43%<\/strong>, enquanto as classes D\/E respondem por <strong>35%<\/strong>. Por outro lado, <strong>21%<\/strong> dos jovens das classes D\/E trabalham sem registro, ante <strong>13%<\/strong> nas classes A\/B.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nA formaliza\u00e7\u00e3o \u00e9 mais frequente entre os jovens do Sul (58%) e do Sudeste (55%) do que no Norte (29%) e no Nordeste (20%).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nQuando se observa a ra\u00e7a, <strong>49%<\/strong> dos jovens brancos t\u00eam emprego formal, contra <strong>41%<\/strong> entre os negros. O percentual de jovens negros que dependem de bicos informais \u00e9 de <strong>12%<\/strong>, versus <strong>5%<\/strong> entre os brancos.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<strong>Trabalhar em bicos<\/strong> \u00e9 a realidade de <strong>34%<\/strong> dos jovens de 16 a 29 anos que estudaram at\u00e9 o ensino fundamental; entre os que possuem n\u00edvel superior, esse dado cai para <strong>3%<\/strong>.\n<\/p>\n<div>\n<div>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/V_tbM2opxs3g5t4xjHFGsCxFTYM=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2024\/03\/06\/_mg_7245-2.jpg?itok=frqcQVB4\" alt=\"Rio de Janeiro (RJ) 06\/03\/2024 \u2013 Entregadores de aplicativo trabalham na regi\u00e3o do Centro. Foto: Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil\" title=\"Fernando Frazao\/Ag\u00eancia Brasil\" data-old-src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/loading_v2.gif\" data-echo=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/V_tbM2opxs3g5t4xjHFGsCxFTYM=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2024\/03\/06\/_mg_7245-2.jpg?itok=frqcQVB4\"><\/p>\n<\/div>\n<h6>Entregadores de aplicativo trabalham na regi\u00e3o do Centro do Rio de Janeiro. Foto: <strong>Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><\/h6>\n<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align:center;\">\n<strong>Cr\u00e9dito:<\/strong> Fernando Frazao\/Ag\u00eancia Brasil\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nDificuldades para conseguir um emprego: <strong>49%<\/strong> dos entrevistados apontam a falta de experi\u00eancia como principal obst\u00e1culo, seguida pela alta concorr\u00eancia, citada por <strong>39%<\/strong>. Para <strong>96%<\/strong> dos jovens, conhecer algu\u00e9m em uma empresa ou ser indicado por familiares ou amigos ajuda a conseguir uma vaga, e <strong>77%<\/strong> afirmaram ter conseguido seu emprego atual por meio de indica\u00e7\u00e3o. Entre os jovens de 25 a 29 anos, esse \u00edndice sobe para <strong>81%<\/strong>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<strong>Resumo:<\/strong> Jovens brasileiros projetam melhoria financeira nos pr\u00f3ximos cinco anos, com 91% esperando melhor situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e 64% priorizando sal\u00e1rio. Ambiente de trabalho saud\u00e1vel aparece entre as prioridades, e o estudo aponta crescimento do interesse pelo trabalho aut\u00f4nomo. Dados do Observat\u00f3rio da Funda\u00e7\u00e3o Ita\u00fa tamb\u00e9m destacam \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o desejadas, incluindo sa\u00fade e tecnologia.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nUma pesquisa divulgada pelo <strong>Observat\u00f3rio da Funda\u00e7\u00e3o Ita\u00fa<\/strong> aponta mudan\u00e7as nas expectativas de jovens em rela\u00e7\u00e3o ao emprego nos pr\u00f3ximos anos. Segundo o levantamento, <strong>91%<\/strong> acreditam que a situa\u00e7\u00e3o financeira ficar\u00e1 melhor; <strong>88%<\/strong> confiam que ter\u00e3o condi\u00e7\u00f5es financeiras superiores \u00e0s dos pais; <strong>46%<\/strong> esperam boa oportunidade de trabalho no futuro. A ag\u00eancia cita que esses n\u00fameros revelam uma combina\u00e7\u00e3o de confian\u00e7a financeira com desejo de construir experi\u00eancia profissional est\u00e1vel.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<strong>Planos para o futuro<\/strong>: o conjunto de respostas aponta que o <strong>trabalho aut\u00f4nomo<\/strong> ganha espa\u00e7o entre jovens que buscam independ\u00eancia, sem descartar a busca por experi\u00eancia. Entre as \u00e1reas de interesse, <strong>sa\u00fade<\/strong> aparece em primeiro lugar (25%), seguido por <strong>tecnologia<\/strong> (22%), com\u00e9rcio e fun\u00e7\u00f5es administrativas (19% cada), <strong>educa\u00e7\u00e3o<\/strong> (16%), <strong>beleza<\/strong> e est\u00e9tica (14%) e <strong>comunica\u00e7\u00e3o<\/strong> e redes sociais (13%).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<strong>Prioridades no trabalho<\/strong>: o <strong>sal\u00e1rio<\/strong> \u00e9 apontado por <strong>64%<\/strong> como o fator mais importante na escolha de um emprego, seguido por benef\u00edcios, plano de carreira e ambiente de trabalho agrad\u00e1vel (cerca de 31% cada). Ao mesmo tempo, <strong>62%<\/strong> aceitariam ganhar um pouco menos para trabalhar em um ambiente mais saud\u00e1vel, com menos press\u00e3o e estresse.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nEntre os jovens que j\u00e1 atuam no mercado, <strong>69%<\/strong> j\u00e1 deixaram o emprego por vontade pr\u00f3pria. Os principais motivos citados foram <strong>falta de respeito ou tratamento inadequado por l\u00edderes<\/strong> (43%), jornadas longas ou ac\u00famulo de fun\u00e7\u00f5es (36%), cobran\u00e7a excessiva (32%) e falta de oportunidades de crescimento (28%).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nA gerente do <strong>Observat\u00f3rio da Funda\u00e7\u00e3o Ita\u00fa<\/strong>, <strong>Carla Chiamareli<\/strong>, analisa que essa mudan\u00e7a faz parte do amadurecimento profissional. \u201cO jovem entende que precisa come\u00e7ar a vida profissional com estabilidade para adquirir experi\u00eancia e, depois, pode escolher estar dentro de uma empresa ou n\u00e3o\u201d, destacou \u00e0 Ag\u00eancia Brasil. Ela acrescenta que, embora muitos queiram estabilidade, tamb\u00e9m pensam em formas diversas de trabalhar, incluindo o empreendedorismo, sem abrir m\u00e3o da sa\u00fade mental.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nO estudo tamb\u00e9m aponta diferen\u00e7as por perfil: o interesse pelo trabalho aut\u00f4nomo \u00e9 maior entre jovens com filhos (50%), e entre moradores das regi\u00f5es Sul (49%), Centro-Oeste (48%) e interior (45%), al\u00e9m dos jovens brancos (45%). Em contrapartida, o caminho da carteira assinada \u00e9 mais comum entre pessoas das classes D\/E (23%), quem tem ensino fundamental (22%) e jovens negras (18%).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nNo conjunto, a pesquisa refor\u00e7a a expectativa de melhoria financeira (91%), a confian\u00e7a de que a situa\u00e7\u00e3o dos jovens ser\u00e1 melhor que a dos pais (88%) e a percep\u00e7\u00e3o de que, para alcan\u00e7ar oportunidades, \u00e9 preciso investir em estudo e forma\u00e7\u00e3o. A sa\u00fade, a tecnologia e o equil\u00edbrio entre remunera\u00e7\u00e3o e bem-estar aparecem entre as prioridades de carreira para o futuro.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; border: 1px solid #ddd; padding: 10px; background: #f7f7f7; margin-bottom: 14px;\">\n<strong>Resumo:<\/strong> Pesquisa nacional revela h\u00e1bitos de jovens brasileiros: 48% estudam, 32% conciliam trabalho e estudo, 39% apenas trabalham. Metade assume responsabilidades dom\u00e9sticas; 60% dessas tarefas recaem sobre mulheres. Nove em cada dez acreditam que IA pode eliminar vagas, e 50% temem perder espa\u00e7o no mercado de trabalho. Palavras-chave: juventude, educa\u00e7\u00e3o, mercado de trabalho, IA, Brasil.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nFoi divulgado um levantamento sobre o comportamento de jovens no Brasil, com foco em estudo, trabalho e vida familiar. Realizado pelo <strong>Observat\u00f3rio Funda\u00e7\u00e3o Ita\u00fa<\/strong>, o estudo reuniu respostas de jovens de diferentes regi\u00f5es do pa\u00eds e foi divulgado em 2026. Os dados apontam um panorama diverso entre quem estuda, trabalha ou tenta conciliar as duas atividades.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nEntre os entrevistados, <strong>48%<\/strong> est\u00e3o estudando, <strong>32%<\/strong> combinam estudo e trabalho, <strong>39%<\/strong> trabalham apenas e <strong>13%<\/strong> n\u00e3o estudam nem trabalham. Al\u00e9m disso, metade dos jovens afirmou assumir responsabilidades em casa, mesmo ao conciliar trabalho ou estudo. As tarefas dom\u00e9sticas s\u00e3o mais concentradas entre as <strong>mulheres<\/strong>, que representam cerca de <strong>60%<\/strong> desse conjunto, em compara\u00e7\u00e3o com 40% entre os homens.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nA carga de cuidados tamb\u00e9m recai sobre mulheres e homens em menor escala: <strong>28%<\/strong> das mulheres e <strong>14%<\/strong> dos homens ajudam a cuidar de idosos, crian\u00e7as ou outras pessoas. O estudo mostra uma distribui\u00e7\u00e3o dessas atribui\u00e7\u00f5es que reflete desigualdades de g\u00eanero ainda presentes no dia a dia de jovens em forma\u00e7\u00e3o.\n<\/p>\n<div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/UPQyaknI83ov5sG5lTUS-1aX8ns=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2026\/06\/25\/img_7264.jpg_0.jpg?itok=L80tfoZF\" alt=\"Alunos do ensino m\u00e9dio em atividade de estudo\" title=\"Alunos estudam em escola p\u00fablica\" style=\"max-width:100%; height:auto;\"><\/p>\n<p style=\"text-align:center;\">\n    <strong>Cr\u00e9dito:<\/strong> Rafa Neddermeyer\/Ag\u00eancia Brasil\n  <\/p>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nEntre os jovens que est\u00e3o cursando estudos, o levantamento mostra que <strong>41%<\/strong> seguem educa\u00e7\u00e3o superior, <strong>27%<\/strong> est\u00e3o no ensino m\u00e9dio, <strong>18%<\/strong> participam de cursos livres e <strong>11%<\/strong> cursam ensino t\u00e9cnico. A vis\u00e3o de que a forma\u00e7\u00e3o superior \u00e9 importante para conquistar um emprego aparece em <strong>85%<\/strong> dos entrevistados, com destaque para a regi\u00e3o Norte, onde esse \u00edndice chega a <strong>91%<\/strong>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nMesmo assim, os dados indicam que, para muitos, o caminho mais r\u00e1pido para entrar no mercado de trabalho s\u00e3o os <strong>cursos t\u00e9cnicos e profissionalizantes<\/strong>, citados por <strong>91%<\/strong> dos jovens. Al\u00e9m disso, para <strong>60%<\/strong> das pessoas ouvidas, programas de inser\u00e7\u00e3o no mercado devem privilegiar conte\u00fados pr\u00e1ticos, n\u00e3o apenas te\u00f3ricos.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nNo campo das compet\u00eancias, a pesquisadora <strong>Carla Chiamareli<\/strong> afirma que a escola precisa preparar o jovem para entender como o mundo do trabalho se organiza. \u201cHoje a educa\u00e7\u00e3o foca fortemente em Portugu\u00eas e Matem\u00e1tica \u2014 essenciais, por\u00e9m ainda insuficientes \u2014 e investe pouco nas compet\u00eancias socioemocionais\u201d, afirma. Ela defende que habilidades como <strong>resili\u00eancia<\/strong>, capacidade de lidar com frustra\u00e7\u00f5es e adaptabilidade devem estar integradas ao curr\u00edculo.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nA gest\u00e3o do Observat\u00f3rio Ita\u00fa tamb\u00e9m aponta que escolas e universidades devem atualizar curr\u00edculos para trazer situa\u00e7\u00f5es reais de aprendizagem, conectando teoria \u00e0 pr\u00e1tica do dia a dia no mundo do trabalho.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nEm rela\u00e7\u00e3o \u00e0 tecnologia, o estudo aponta um clima de apreens\u00e3o entre os jovens: <strong>9 em cada 10<\/strong> acreditam que a <strong>intelig\u00eancia artificial<\/strong> pode eliminar muitas vagas de trabalho, e cerca de <strong>50%<\/strong> temem perder espa\u00e7o no mercado por causa da IA.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nConforme informa\u00e7\u00f5es divulgadas pela <strong>Ag\u00eancia Brasil<\/strong>, parceira do PrimeiroJornal, o levantamento aponta para a necessidade de pol\u00edticas p\u00fablicas que ampliem a forma\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica e as compet\u00eancias socioemocionais, preparando os jovens para um mercado de trabalho cada vez mais moldado pela tecnologia.\n<\/p>\n<div style=\"border:1px solid #ddd; padding:12px; background:#f9f9f9; margin-bottom:14px;\">\n<p style=\"margin:0;\"><strong>Resumo r\u00e1pido:<\/strong><\/p>\n<ul style=\"margin:0; padding-left:16px;\">\n<li><strong>Brasil<\/strong> \u2014 Temor da IA entre jovens varia por classe social: 62% (ensino fundamental), 63% (classes D\/E), 57% (com filhos) e 55% (mulheres); 39% entre A\/B.<\/li>\n<li>97% dizem usar IA e internet para aprender e crescer profissionalmente.<\/li>\n<li>A Lei de Aprendizagem (Lei 10.097\/2000) incentiva a contrata\u00e7\u00e3o de jovens de 14 a 24 anos como aprendizes.<\/li>\n<li>Carla Chiamareli aponta uma janela de oportunidades para pol\u00edticas intersetoriais entre educa\u00e7\u00e3o e trabalho.<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Brasil registra que o temor da intelig\u00eancia artificial entre jovens aparece de forma desigual por condi\u00e7\u00e3o social e demogr\u00e1fica. O levantamento aponta que <strong>62%<\/strong> dos jovens com ensino fundamental, <strong>63%<\/strong> das pessoas das classes <strong>D\/E<\/strong>, <strong>57%<\/strong> daqueles que t\u00eam filhos e <strong>55%<\/strong> das mulheres sentem receio em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s mudan\u00e7as provocadas pela IA. Entre jovens da classe <strong>A\/B<\/strong>, o \u00edndice \u00e9 de <strong>39%<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Carla Chiamareli concorda que a IA vai substituir fun\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas, o que atemoriza os jovens brasileiros em geral, mas ressalta que muitos entrevistados declararam ter esperan\u00e7a de que, mesmo com substitui\u00e7\u00f5es, haver\u00e1 espa\u00e7o para oportunidades de trabalho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Praticamente todos (<strong>97%<\/strong>) declararam que usam a IA e a internet para aprender e crescer profissionalmente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Mais oportunidades<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na avalia\u00e7\u00e3o de Carla Chiamareli, a pesquisa traz um convite para as empresas come\u00e7arem a repensar suas estruturas e abra\u00e7arem os jovens brasileiros, promovendo pol\u00edticas que conectem educa\u00e7\u00e3o e mercado de trabalho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ela lembrou que o Brasil tem a <strong>Lei de Aprendizagem Profissional n\u00ba 10.097\/2000<\/strong>, que exige que empresas de m\u00e9dio e grande porte contratem jovens de <strong>14 a 24 anos<\/strong> como aprendizes, o que garante inclus\u00e3o social e o primeiro emprego.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar disso, ressaltou que existe uma margem de <strong>40%<\/strong> de empresas que poderiam ter jovens em seus quadros, especialmente de renda mais baixa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cEu vejo que esses dados trazem uma janela de oportunidade muito boa para as empresas pensarem pol\u00edticas intersetoriais entre educa\u00e7\u00e3o e trabalho\u201d, disse Chiamareli.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resumo: Nova pesquisa sobre juventudes e o mundo do trabalho aponta desigualdades na formaliza\u00e7\u00e3o entre jovens de 16 a 29 anos no Brasil. Ouvidos\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":11,"featured_media":723787,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[190],"tags":[],"class_list":["post-723785","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-economia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/723785","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/11"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=723785"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/723785\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":723786,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/723785\/revisions\/723786"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/723787"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=723785"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=723785"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=723785"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}