{"id":724430,"date":"2026-09-15T23:35:25","date_gmt":"2026-09-16T02:35:25","guid":{"rendered":"https:\/\/primeirojornal.com.br\/2026\/09\/pescadores-retiram-cerca-de-500-peixes-de-especie-invasora\/"},"modified":"2026-09-15T23:36:51","modified_gmt":"2026-09-16T02:36:51","slug":"pescadores-retiram-cerca-de-500-peixes-de-especie-invasora","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/2026\/09\/15\/pescadores-retiram-cerca-de-500-peixes-de-especie-invasora\/","title":{"rendered":"Pescadores removem aproximadamente 500 exemplares de esp\u00e9cie invasora"},"content":{"rendered":"\n<div style=\"border:1px solid #ddd; padding:12px; background:#f8f8f8; border-radius:6px; margin-bottom:14px;\">\n<strong>Resumo:<\/strong> <strong>Porto Seguro<\/strong>, extremo sul da Bahia, registrou a retirada de cerca de <strong>500 peixes-le\u00e3o<\/strong> ao longo de <strong>um m\u00eas<\/strong>. Esp\u00e9cie invasora preocupa o ecossistema marinho; estudo com a <strong>UFSB<\/strong> deve investigar origem, alimenta\u00e7\u00e3o e gen\u00e9tica. Prefeitura mant\u00e9m incentivo \u00e0 pesca por mais 30 dias.<br \/>\n<strong>Palavras-chave:<\/strong> peixe-le\u00e3o, Porto Seguro, Bahia, esp\u00e9cies invasoras, ecossistema marinho, UFSB, pesca local.\n<\/div>\n<div id=\"ln-article\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Porto Seguro<\/strong>, no extremo sul da <strong>Bahia<\/strong>, registrou a retirada de aproximadamente <strong>500 peixes-le\u00e3o<\/strong> do mar ao longo de um <strong>m\u00eas<\/strong>, em uma opera\u00e7\u00e3o conduzida pela <strong>Col\u00f4nia de Pescadores<\/strong> em parceria com a <strong>Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Causa Animal (Semac)<\/strong>. A a\u00e7\u00e3o visa reduzir a presen\u00e7a da esp\u00e9cie invasora, respons\u00e1vel por desequil\u00edbrios ecol\u00f3gicos na regi\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os <strong>peixes-le\u00e3o<\/strong>,Origin\u00e1rios do <strong>Indo-Pac\u00edfico<\/strong>, foram identificados pela primeira vez na Bahia em <strong>2025<\/strong>, em Mara\u00fa, no baixo sul do estado. A esp\u00e9cie se reproduz com frequ\u00eancia, produz muitos ovos por ciclo reprodutivo e pode comprometer a cadeia alimentar local, al\u00e9m de possuir espinhos venenosos na fase adulta que podem causar dor, n\u00e1useas e convuls\u00f5es em contato.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os exemplares capturados foram encaminhados \u00e0 <strong>Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB)<\/strong>, onde ser\u00e3o <strong>contados, pesados e medidos<\/strong>. As pesquisas devem investigar <strong>alimenta\u00e7\u00e3o<\/strong>, <strong>tamanho<\/strong>, <strong>gen\u00e9tica<\/strong>, <strong>origem<\/strong> e <strong>comportamento<\/strong> da esp\u00e9cie, al\u00e9m de apoiar estudos sobre o poss\u00edvel beneficiamento do pescado e sua inser\u00e7\u00e3o em uma cadeia produtiva local.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo a <strong>prefeitura de Porto Seguro<\/strong>, o incentivo \u00e0 pesca continuar\u00e1 por mais um m\u00eas. Especialistas destacam que as esp\u00e9cies invasoras na Bahia v\u00e3o al\u00e9m desta regi\u00e3o: na Ba\u00eda de Todos-os-Santos, pesquisadores do Programa Ecol\u00f3gico de Longa Dura\u00e7\u00e3o dos Ecossistemas Marinhos da BTS identificaram <strong>36 esp\u00e9cies ex\u00f3ticas invasoras<\/strong>. Ainda n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel mensurar plenamente os impactos de algumas esp\u00e9cies j\u00e1 estabelecidas, restando apenas o controle, enquanto outras \u2014 como <strong>coral-sol<\/strong>, <strong>coral-mole<\/strong>, <strong>siri-bidu<\/strong> e <strong>peixe-le\u00e3o<\/strong> \u2014 apresentam efeitos mais claros nos ecossistemas locais.<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"border:1px solid #ddd; padding:12px; background:#f9f9f9; margin-bottom:16px;\">\n<p style=\"margin:0;\">\n<strong>Resumo:<\/strong> Quatro esp\u00e9cies invasoras ex\u00f3ticas amea\u00e7am a <strong>pesca artesanal<\/strong> na Bahia, principal subsist\u00eancia de pescadores e marisqueiras. A entrada ocorre de forma acidental, principalmente por <strong>navios<\/strong> que trafegam pela regi\u00e3o, com as esp\u00e9cies fixando-se nos <strong>cascos<\/strong> e tamb\u00e9m transportadas por <strong>plataformas de petr\u00f3leo<\/strong>. A dispers\u00e3o \u00e9 favorecida por <strong>correntes marinhas<\/strong>, incluindo o <strong>peixe-le\u00e3o<\/strong>. Fonte: G1.\n<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Bahia \u2014 Quatro esp\u00e9cies invasoras ex\u00f3ticas colocam em risco a <strong>pesca artesanal<\/strong>, atividade que sustenta pescadores e marisqueiras na regi\u00e3o do <strong>extremo sul<\/strong> do estado. A constata\u00e7\u00e3o foi apresentada por Tiago Porto, <strong>diretor de pol\u00edticas e planejamento ambiental da Sema<\/strong>, que ressalta que a entrada ocorre principalmente de forma acidental.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Transporte por navios:<\/strong> a maior parte dessas esp\u00e9cies chegou \u00e0 Bahia por meio de embarca\u00e7\u00f5es que trafegam pela regi\u00e3o, trazendo consigo organismos que se prendem a superf\u00edcies.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Fixa\u00e7\u00e3o nos cascos:<\/strong> elas viajam presas aos cascos dos navios, o que facilita a dispers\u00e3o para novos ambientes e aumenta o risco para ecossistemas locais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Plataformas de petr\u00f3leo:<\/strong> algumas esp\u00e9cies tamb\u00e9m s\u00e3o transportadas em estruturas mar\u00edtimas, como plataformas, ampliando as trajet\u00f3rias de dissemina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Correntes marinhas:<\/strong> a dispers\u00e3o ocorre ainda por correntes oce\u00e2nicas, conforme o caso do peixe-le\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: G1.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resumo: Porto Seguro, extremo sul da Bahia, registrou a retirada de cerca de 500 peixes-le\u00e3o ao longo de um m\u00eas. Esp\u00e9cie invasora preocupa o\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":59,"featured_media":724432,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2795],"tags":[],"class_list":["post-724430","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-extremo-sul"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/724430","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/59"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=724430"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/724430\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":724431,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/724430\/revisions\/724431"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/724432"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=724430"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=724430"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=724430"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}