{"id":726935,"date":"2026-09-24T19:10:11","date_gmt":"2026-09-24T22:10:11","guid":{"rendered":"https:\/\/primeirojornal.com.br\/2026\/09\/moradores-de-salvador-gastam-mais-de-duas-horas-por-dia-em-deslocamentos\/"},"modified":"2026-09-24T19:11:45","modified_gmt":"2026-09-24T22:11:45","slug":"moradores-de-salvador-gastam-mais-de-duas-horas-por-dia-em-deslocamentos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/2026\/09\/24\/moradores-de-salvador-gastam-mais-de-duas-horas-por-dia-em-deslocamentos\/","title":{"rendered":"Salvador: moradores passam mais de 2 horas di\u00e1rias em deslocamentos"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"summary-box\" style=\"border:1px solid #ccc; padding:10px; margin-bottom:14px; background:#f9f9f9;\">\n<strong>Resumo:<\/strong> Salvador registra tempo m\u00e9dio de deslocamento de 2h05 por dia, segundo a 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o da pesquisa Viver nas Cidades: Mobilidade Urbana (ICS em parceria com Ipsos-Ipec). O levantamento ouviu 3.500 internautas em 10 capitais. Em 2025, a m\u00e9dia foi de 2h02; Salvador aparece entre as maiores; o estudo traz ainda dados sobre transporte coletivo e custo das passagens.\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Salvador \u2014 Divulgada nesta quinta-feira (24), a segunda edi\u00e7\u00e3o da pesquisa Viver nas Cidades: Mobilidade Urbana, realizada pelo Instituto Cidades Sustent\u00e1veis (ICS) em parceria com a Ipsos-Ipec, traz dados sobre o tempo m\u00e9dio de deslocamento na capital baiana e em outras grandes cidades do Brasil. O estudo ouviu 3.500 internautas com 16 anos ou mais em dez capitais brasileiras, revelando que o tempo m\u00e9dio nas cidades pesquisadas ficou em 2 horas e 5 minutos por dia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre as capitais avaliadas, Salvador est\u00e1 entre as com maior tempo m\u00e9dio di\u00e1rio gasto no tr\u00e2nsito. O ranking aponta Fortaleza com 2h18, Rio de Janeiro com 2h10, Recife com 2h07, S\u00e3o Paulo com 2h07, e Manaus empatada com Salvador, ambas em 2h05.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na compara\u00e7\u00e3o com 2025, Salvador registrou aumento de tr\u00eas minutos no tempo m\u00e9dio de deslocamento. O mesmo crescimento foi observado em Porto Alegre.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>TRANSPORTE COLETIVO<\/strong> O levantamento mostra que o tempo de deslocamento \u00e9 ainda maior entre os usu\u00e1rios de transporte coletivo. Nas dez capitais, quem utiliza principalmente esse meio permanece, em m\u00e9dia, 2h17 por dia, 30 minutos a mais do que quem recorre a meios individuais. \u00d4nibus, BRT ou Move s\u00e3o citados como principais modos, com 35% das respostas. Em seguida aparece o carro particular, com 18%. Carros de aplicativo, metr\u00f4 e deslocamentos a p\u00e9 registraram 8% cada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Considerando os meios de transporte utilizados como principal op\u00e7\u00e3o, 54% dos entrevistados recorrem ao transporte coletivo, enquanto 44% utilizam prioritariamente alternativas individuais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>CUSTO DAS PASSAGENS<\/strong> O valor das tarifas tamb\u00e9m \u00e9 apontado como fator limitante para atividades cotidianas. Entre os usu\u00e1rios de \u00f4nibus, BRT ou Move, 63% afirmam que sempre ou \u00e0s vezes deixam de visitar familiares ou amigos em outros bairros por causa do pre\u00e7o da passagem. O custo tamb\u00e9m interfere no acesso a lazer, como parques e cinemas, segundo 59% dos entrevistados; 51% nas consultas m\u00e9dicas e exames; 44% na busca por emprego; e 33% no deslocamento para escolas ou universidades.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O impacto \u00e9 maior entre pessoas de menor renda e jovens. Entre os respondentes com renda de at\u00e9 dois sal\u00e1rios m\u00ednimos, 69% citam deixar de visitar amigos ou familiares, e 67% reduzem atividades de lazer. Na busca por emprego, o \u00edndice chega a 54% entre jovens de 16 a 24 anos e integrantes das classes D e E. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 tarifa zero, 25% dizem que a medida poderia trazer benef\u00edcios caso fosse acompanhada de melhorias na qualidade e na frequ\u00eancia do servi\u00e7o.<\/p>\n<div class=\"resumo-box\" style=\"border:1px solid #ddd; padding:12px; background:#f7f7f7; margin-bottom:14px;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<strong>Resumo:<\/strong> Pesquisa com moradores de 10 capitais brasileiras aponta alto sentimento de inseguran\u00e7a no deslocamento urbano: 80% se sentem pouco ou nada seguros ao atravessar ruas; Rio de Janeiro lidera com 87%, Goi\u00e2nia registra 62%. O estudo ocorreu de 1\u00b0 a 20 de julho de 2026, com 95% de confian\u00e7a e margens de erro entre 2 e 6 pontos. Tamb\u00e9m aponta que 22% associam a gratuidade \u00e0 amplia\u00e7\u00e3o do acesso ao transporte.\n<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Capitais pesquisadas<\/strong> A pesquisa, realizada entre 1\u00ba e 20 de julho de 2026, ouviu moradores de 10 capitais brasileiras \u2014 Manaus, Bel\u00e9m, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, S\u00e3o Paulo, Porto Alegre e Goi\u00e2nia \u2014 para avaliar a percep\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a no deslocamento urbano e o que envolve atravessar ruas, cal\u00e7adas, pontes e passarelas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resultados principais<\/strong> O levantamento aponta que <strong>80%<\/strong> dos entrevistados se sentem pouco ou nada seguros ao atravessar vias urbanas. Entre as mulheres, esse \u00edndice sobe para <strong>85%<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Capitais com maior e menor sensa\u00e7\u00e3o de inseguran\u00e7a<\/strong> O <strong>Rio de Janeiro<\/strong> apresentou o maior percentual de inseguran\u00e7a, com <strong>87%<\/strong>. Bel\u00e9m e Fortaleza aparecem logo em seguida, cada uma com <strong>83%<\/strong>. Goi\u00e2nia tem o menor registro entre as capitais avaliadas, com <strong>62%<\/strong> relatando sensa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Varia\u00e7\u00e3o entre cidades<\/strong> Em Manaus e Porto Alegre, a percep\u00e7\u00e3o de inseguran\u00e7a recuou <strong>oito pontos percentuais<\/strong> em rela\u00e7\u00e3o a 2025; nas demais capitais, o indicador permaneceu est\u00e1vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Metodologia<\/strong> O estudo foi conduzido por meio de <strong>entrevistas online<\/strong> com moradores das capitais citadas, que pertenceram \u00e0s classes <strong>ABCED<\/strong> e residem nas cidades h\u00e1 pelo menos <strong>dois anos<\/strong>. O n\u00edvel de confian\u00e7a \u00e9 de <strong>95%<\/strong>, com margem de erro de <strong>2 pontos percentuais<\/strong> para a amostra total; para recortes por capital, a margem varia entre <strong>4<\/strong> e <strong>6 pontos percentuais<\/strong>, conforme o volume de entrevistas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Transporte e inclus\u00e3o<\/strong> No campo do transporte, <strong>22%<\/strong> associaram a gratuidade \u00e0 amplia\u00e7\u00e3o do acesso ao transporte e \u00e0 redu\u00e7\u00e3o da exclus\u00e3o social.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resumo: Salvador registra tempo m\u00e9dio de deslocamento de 2h05 por dia, segundo a 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o da pesquisa Viver nas Cidades: Mobilidade Urbana (ICS em\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":16,"featured_media":726937,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[244],"tags":[],"class_list":["post-726935","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-entretenimento"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/726935","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/16"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=726935"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/726935\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":726936,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/726935\/revisions\/726936"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/726937"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=726935"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=726935"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=726935"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}