{"id":74065,"date":"2022-04-07T21:36:22","date_gmt":"2022-04-08T00:36:22","guid":{"rendered":"http:\/\/primeirojornal.com.br\/2022\/04\/brasil-bate-recorde-de-consumo-de-energia-em-fevereiro-de-2022-diz-epe\/"},"modified":"2022-04-07T21:36:22","modified_gmt":"2022-04-08T00:36:22","slug":"brasil-bate-recorde-de-consumo-de-energia-em-fevereiro-de-2022-diz-epe","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/2022\/04\/07\/brasil-bate-recorde-de-consumo-de-energia-em-fevereiro-de-2022-diz-epe\/","title":{"rendered":"Brasil bate recorde de consumo de energia em fevereiro de 2022, diz EPE"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>O m\u00eas de fevereiro atingiu um consumo nacional de\u00a041.794 GWh, o maior valor para o m\u00eas\u00a0 desde 2004. De acordo com a Empresa de Pesquisa Energ\u00e9tica (EPE), na compara\u00e7\u00e3o anual, o consumo avan\u00e7ou 1,3% em fevereiro, devido \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o da classe comercial. O consumo das resid\u00eancias voltou a crescer, enquanto o consumo industrial apresenta estabilidade. No acumulado em 12 meses, o consumo foi de 500.589 GWh, com crescimento de 4,9% comparado com o per\u00edodo imediatamente anterior.\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3>Setor industrial<\/h3>\n<p><\/p>\n<p>Segundo dados da Empresa de Pesquisa Energ\u00e9tica (EPE),\u00a0a ind\u00fastria registrou um crescimento est\u00e1vel de 0,1%. Mesmo assim, teve o maior consumo dos \u00faltimos seis anos, atingindo 14.354 GWh. Mesmo que a Regi\u00e3o Sudeste concentre um dos maiores polos industriais do pa\u00eds, o consumo das ind\u00fastrias do local apresentaram retra\u00e7\u00e3o de 0,9%, seguida da Regi\u00e3o Norte, com retra\u00e7\u00e3o de 4,6%. Enquanto isso, a Regi\u00e3o Sul foi a que mais elevou o consumo em fevereiro, registrando um aumento de 4,3%.<\/p>\n<p>Alagoas teve a maior taxa de expans\u00e3o, com aumento de 58,2%.\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Os ramos de produtos aliment\u00edcios (119 GWh; 6,5%), papel e celulose (99 GWh; 14,2%) e produtos qu\u00edmicos (69 GWh; 4,6%) tiveram as maiores expans\u00f5es de consumo. O segmento de produtos t\u00eaxteis apresentou a maior retra\u00e7\u00e3o, registrando queda de 7,9%, seguido pela extra\u00e7\u00e3o de minerais met\u00e1licos, com queda de 2,9%.\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<h3>Resid\u00eancias\u00a0<\/h3>\n<p><\/p>\n<p>Ainda de acordo com a EPE, nas casas, o consumo de energia el\u00e9trica subiu 1,6% em fevereiro, chegando a 13.022 GWh de consumo. O clima mais quente e seco na Regi\u00e3o Sul, resultado do fen\u00f4meno La Ni\u00f1a, contribuiu para um aumento de 11,3% no consumo dos moradores.\u00a0<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Entre os destaques est\u00e1 a queda do consumo no Amap\u00e1, onde ocorreram enchentes em decorr\u00eancia de fortes chuvas e as temperaturas foram mais amenas no per\u00edodo, causaram uma queda no consumo de energia.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3>Com\u00e9rcio\u00a0<\/h3>\n<p>O consumo energ\u00e9tico do com\u00e9rcio cresceu cerca de 7,4% comparado a fevereiro de 2021, com um consumo de 7.985 GWh.<\/p>\n<p>O Instituto Brasileiro de Geografia e Esta\u00edstica emitiu o resultado da\u00a0Pesquisa Mensal de Servi\u00e7os, em que o setor de servi\u00e7os avan\u00e7ou 9,5% em janeiro, comparado a janeiro de 2021, contribuindo para a expans\u00e3o do consumo no m\u00eas.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p> Os setores de moradia, alimenta\u00e7\u00e3o, tecnologia da informa\u00e7\u00e3o, transportes e servi\u00e7os auxiliares aos transportes foram os que mais contribu\u00edram para o desempenho da classe. Apesar do aumento do consumo, o valor \u00e9 menor do que o que foi registrado antes da pandemia de COVID-19 no Brasil, em fevereiro de 2019 (8.039 GWh).<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>* Estagi\u00e1ria sob supervis\u00e3o da subeditora Ellen Cristie.\u00a0 \u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 O m\u00eas de fevereiro atingiu um consumo nacional de\u00a041.794 GWh, o maior valor para o m\u00eas\u00a0 desde 2004. 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