{"id":75952,"date":"2022-04-11T10:34:52","date_gmt":"2022-04-11T13:34:52","guid":{"rendered":"http:\/\/primeirojornal.com.br\/2022\/04\/industria-farmaceutica-descarta-novos-reajustes-nos-precos-dos-medicamentos-em-2022\/"},"modified":"2022-04-11T10:34:52","modified_gmt":"2022-04-11T13:34:52","slug":"industria-farmaceutica-descarta-novos-reajustes-nos-precos-dos-medicamentos-em-2022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/2022\/04\/11\/industria-farmaceutica-descarta-novos-reajustes-nos-precos-dos-medicamentos-em-2022\/","title":{"rendered":"Ind\u00fastria farmac\u00eautica descarta novos reajustes nos pre\u00e7os dos medicamentos em 2022"},"content":{"rendered":"<div><img decoding=\"async\" class=\"type:primaryImage\" src=\"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2021\/04\/tablets-5620566_1280-750x500.jpg\"\/><\/div>\n<p>A<strong> ind\u00fastria farmac\u00eautica<\/strong> descarta novos reajustes nos pre\u00e7os dos medicamentos em 2022. No in\u00edcio do m\u00eas, a c\u00e2mara de regula\u00e7\u00e3o do setor autorizou um aumento de at\u00e9 10,89% acima da infla\u00e7\u00e3o do ano passado. O \u00edndice aplicado depende da faixa do produto, da mat\u00e9ria-prima e at\u00e9 do mercado internacional. O presidente executivo do <strong>sindicato da ind\u00fastria de produtos farmac\u00eauticos (Sindusfarma),<\/strong> Nelson Mussolini, explica que o c\u00e1lculo tamb\u00e9m est\u00e1 ligado a custos como os de energia el\u00e9trica. ???Este ano, a recomposi\u00e7\u00e3o chegou a 10,89%. Ela \u00e9 calculada com base na <strong>infla\u00e7\u00e3o<\/strong>, IPCA, mais a varia\u00e7\u00e3o dos \u00edndices intrassetores, que n\u00f3s temos energia el\u00e9trica e c\u00e2mbio. Voc\u00ea sabe que a energia el\u00e9trica e c\u00e2mbio sofreram muito no ano passado, tiveram aumentos muito grandes, e isso impactou o nosso c\u00e1lculo, que ficou em teto de 10,89%???, comenta.<\/p>\n<p>O presidente do Sindusfarma lembra que o teto equivale aos rem\u00e9dios de tarja vermelha. De acordo com Nelson Mussolini, 95% dos insumos utilizados no Brasil s\u00e3o importados. ???Hoje, os grandes produtores de insumos farmac\u00eauticos ativos, o chamado IFA, que ficou muito famoso na pandemia, ele vem primordialmente da China e da \u00cdndia. Outros pa\u00edses do mundo, Estados Unidos, est\u00e3o muito preocupados com isso. Pa\u00edses desenvolvidos est\u00e3o muito preocupados com isso. Porque esta \u00e9 uma ind\u00fastria que fabrica em tonelada para vender em miligrama. Ent\u00e3o, ela precisa ter um mercado consumidor forte para que ela ser sustent\u00e1vel, porque sen\u00e3o ela n\u00e3o \u00e9 sustent\u00e1vel\u00a0 e os custos ficam muito altos. Ent\u00e3o os pa\u00edses est\u00e3o olhando isso com muito cuidado???, comenta.<\/p>\n<p>Nelson Mussolini acrescenta que a ind\u00fastria nacional era mais autossuficiente at\u00e9 os anos 1990a. O presidente executivo do Sindusfarma destaca que o setor conseguiu atender as demandas da pandemia da Covid-19. ???Foi uma guerra que n\u00f3s enfrentamos. Uma guerra precisa de soldados. Os soldados foram os m\u00e9dicos, foram os enfermeiros, foram os profissionais de sa\u00fade, de uma forma geral, o motorista da ambul\u00e2ncia, recepcionista de um hospital, do posto de sa\u00fade. Esses foram os grandes guerreiros dessa pandemia que n\u00f3s enfrentamos. Mas quem forneceu o material b\u00e9lico necess\u00e1rio para vencer qualquer guerra foi a ind\u00fastria farmac\u00eautica. Tivemos problemas, sem d\u00favida nenhuma, com a o kit de intuba\u00e7\u00e3o, e isso foi motivo de v\u00e1rias audi\u00eancias p\u00fablicas, para a gente discutir isso. Tivemos esses problemas, o mundo inteiro teve falta desses produtos, e o Brasil n\u00e3o ficou diferente, mas n\u00f3s conseguimos, sem d\u00favida nenhuma, ampliando produ\u00e7\u00e3o, tendo gastos muito maiores. Para voc\u00ea ter uma ideia, o frete de produtos durante a pandemia quintuplicou???, afirma. Nelson Mussolini cita como exemplo os pre\u00e7os dos cont\u00eaineres usados para recep\u00e7\u00e3o de insumos importados. Enquanto isso, no Congresso Nacional, parlamentares defendem o projeto para reverter o reajuste dos medicamentos.<\/p>\n<div class=\"c-message_kit__gutter\">\n<div class=\"c-message_kit__gutter__right\" role=\"presentation\" data-qa=\"message_content\">\n<div class=\"c-message_kit__blocks c-message_kit__blocks--rich_text\">\n<div class=\"c-message__message_blocks c-message__message_blocks--rich_text\" data-qa=\"message-text\">\n<div class=\"p-block_kit_renderer\" data-qa=\"block-kit-renderer\">\n<div class=\"p-block_kit_renderer__block_wrapper p-block_kit_renderer__block_wrapper--first\">\n<div class=\"p-rich_text_block\" dir=\"auto\">\n<div class=\"p-rich_text_section\"><em>*Com informa\u00e7\u00f5es do rep\u00f3rter Marcelo Mattos\u00a0<\/em><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A ind\u00fastria farmac\u00eautica descarta novos reajustes nos pre\u00e7os dos medicamentos em 2022. 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