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Flávio Bolsonaro reafirma obediência ao pai na convenção do “Sem, sem”

Flávio Bolsonaro reafirma obediência ao pai na convenção do “Sem, sem”
Flávio Bolsonaro reafirma obediência ao pai na convenção do “Sem, sem”

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PL lança candidatura de Flávio Bolsonaro em convenção em São Paulo; uso de deepfake e alianças com Milei e Netanyahu marcam ato

Um candidato do PL lançou oficialmente sua candidatura à presidência durante uma convenção promovida pelo partido em São Paulo. O ato ocorreu sem vice, sem Michelle e sem apoio de outros partidos, por descrença em suas chances de eleição. Durante o discurso, foi exibida uma simulação de imagem e voz criada por inteligência artificial, identificada como deepfake, o que, segundo o texto, violaria a legislação eleitoral.

No discurso de aceitação, o candidato exaltou o pai, reafirmou obedecer às orientações familiares e elogiou a mãe como sua “coluna vertebral” após uma suposta reeducação. Em tom emocionado, ele se referiu a mensagens em vídeo dos irmãos ausentes Carlos e Eduardo e criticou Lula, o governo federal, o PT e o ministro Alexandre de Moraes, recorrendo a clichês do repertório político.

O evento também contou com referências a dois líderes mundiais da extrema-direita. O argentino Milei, conhecido como “El Loco”, e o Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, foram citados. Netanyahu enviou uma mensagem em vídeo desejando sucesso a Flávio, enquanto Milei marcou presença no palco para acolher os visitantes. O texto menciona ainda que há um mandado de prisão contra Netanyahu, acusado de crimes de guerra e crimes contra a humanidade.

Quanto a Donald Trump, o material afirma que, se convidado, não viria ao Brasil por estar ocupado com questões no Irã, mas designou dois auxiliares para virem questionar a lisura das eleições. O governo brasileiro, porém, negou o visto aos representantes.

Em trecho exibido no material, Bolsonaro afirma: “Isso é uma simulação da minha imagem e da minha voz feita com inteligência artificial. Como todos aqui sabem, estou preso e calado por uma decisão injusta e arbitrária baseada em algo que eu nunca fiz.” O uso de deepfake, segundo o texto, é proibido pela legislação eleitoral, o que reforça a polêmica em torno da convenção e da campanha.

Segundo informações divulgadas pelo Metrópoles, parceiro do PrimeiroJornal, a cobertura atual destaca o caráter polêmico do uso de IA na comunicação política, bem como as alianças citadas com Milei e Netanyahu e a ausência de vice e de apoio de outros partidos na candidatura de Flávio Bolsonaro.

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