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Radiologistas do Hospital da Bahia têm demissões suspensas por decisão judicial

Radiologistas do Hospital da Bahia têm demissões suspensas por decisão judicial
Radiologistas do Hospital da Bahia têm demissões suspensas por decisão judicial

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Resumo: Liminar do MPT proíbe dispensa coletiva de 33 funcionários do setor de radiologia no Hospital da Bahia, em Salvador. A decisão, da 10ª Vara do Trabalho, visa negociação entre o hospital, Dasa e Rede Américas. Audiência está marcada para outubro; empresas devem se manifestar em cinco dias.

O que aconteceu Uma liminar apresentada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) proibiu a dispensa coletiva de trabalhadores do setor de radiologia do Hospital da Bahia, em Salvador. A decisão, proferida pela 10ª Vara do Trabalho da capital, ocorreu após o Sindicato dos Técnicos e Auxiliares em Radiologia do Estado da Bahia (Sindimagem) ajuizar ação pedindo que a empresa negociasse com a entidade, após registrar a dispensa de 33 empregados.

Contexto e notificações O MPT reforçou, no juízo, que há interesse público e repercussão social no caso. A Rede Américas, que administra a unidade, notificou o Sindimagem sobre a decisão de desligar os profissionais da radiologia em agosto.

Suspeita de mudança na operação A denúncia aponta que a empresa pode pretender implantar um sistema de controle remoto dos equipamentos, substituindo trabalhadores por contratações de pessoas jurídicas. Contudo, não houve movimento para negociar a manutenção dos postos com a entidade representativa.

Processo e próximos passos O MPT instaurou inquérito para apurar a situação após a repercussão na imprensa e o recebimento de denúncias. A ação movida pelo Sindimagem, com adesão do MPT, visa estabelecer uma negociação coletiva efetiva. Enquanto se aguarda o desfecho, a suspensão das demissões permanece. A audiência está marcada para outubro, no Fórum 2 de Julho, da Justiça do Trabalho. Respondem ao processo o Hospital da Bahia (HBA S/A Assistência Médica e Hospitalar), Diagnósticos da América S.A. (Dasa) e Ímpar Serviços Hospitalares S/A (Rede Américas). As três empresas têm cinco dias para apresentar informações que comprovem o cumprimento da ordem.

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