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Ministro do TST adverte bacharel por acessar sessão virtual com identidade de advogada registrada

Ministro do TST adverte bacharel por acessar sessão virtual com identidade de advogada registrada
Ministro do TST adverte bacharel por acessar sessão virtual com identidade de advogada registrada

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O ministro Breno Medeiros, presidente da 5ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST), advertiu uma bacharel em Direito durante sessão de julgamento virtual realizada na terça-feira (4). A advertência ocorreu após a participante acessar o processo identificada como advogada regularmente inscrita nos autos, que tramitava em segredo de Justiça, segundo o portal Migalhas.

Ao iniciar a chamada, o ministro anunciou a presença da advogada para sustentação oral. Ao visualizar a participante, ele questionou: “A senhora não é a doutora Carolina …? Quem é a senhora?”

A participante respondeu: “Eu me chamo Thaís. Eu sou bacharel, só vim para acompanhar.” Diante da explicação, Medeiros ressaltou que o acesso foi feito de forma indevida. “A senhora não pode entrar como se fosse a doutora Carolina. Se ela não compareceu… A senhora não pode logar com a indicação dela, eu acho que isso daí é grave.” disse o ministro.

Thaís alegou que a entrada na sessão foi “ordenado pelo administrador do chat”, argumento que, segundo Medeiros, não afastou a reprimenda. O ministro enfatizou que o cerne da questão é o uso da identidade de outra pessoa para acessar a sessão virtual. “Mas a senhora está entrando no nome de outra pessoa. A senhora é bacharel de Direito. A senhora não pode entrar no nome de outra pessoa. É que eu conheço a doutora Carolina, mas se eu não conhecesse, eu ia dizer que a doutora Carolina estava presente. A senhora não pode fazer isso, eu espero que não se repita. Eu não vou registrar a presença.”

Ao final, Medeiros reiterou a gravidade da situação e informou que não registraria a presença da participante na sessão. As informações foram divulgadas pelo Migalhas.

Você acompanha decisões sobre segurança e uso de identidades em julgamentos remotos? Compartilhe sua opinião nos comentários sobre a importância de evitar fraudes de identidade em ambientes virtuais de Justiça.

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