Pular para o conteúdo

O erro crasso de Mendonça é ter atuação exemplar

O erro crasso de Mendonça é ter atuação exemplar
O erro crasso de Mendonça é ter atuação exemplar

COMPARTILHE ESSE CONTEÚDO


Mario Sabino

O decano usou a sua participação no Roda Viva para erodir a relatoria de André Mendonça no caso Master

Compartilhar notícia

Alice Rabello
Montagem com André Mendonça e uma visão noturna do prédio do STF -- Metrópoles

Resumo – No Roda Viva, o decano do STF, Gilmar Mendes, mobilizou críticas que visam reduzir a influência de André Mendonça na relatoria do caso Master, ampliando o debate sobre conduta e limites éticos no Judiciário.

Durante o programa, Mendes usou a participação para questionar a atuação de Mendonça na relatoria do caso Master, repetindo uma tática associada a controvérsias como a Lava Jato para embargar ou contornar decisões em aberto.

“Chegou uma proposta por um advogado. Perderam o pudor. Queriam fazer uma delação seletiva. Na minha cara. Eu disse: não faço delação seletiva. Agora, delação seletiva, comigo, não”, disse Mendonça.

Mendes, por sua vez, afirmou que o colega cometeu um “erro crasso”: “A lei não permite que o relator participe da delação. O acordo é entre Ministério Público ou a Polícia Federal e o delator. Então, aqui já há um erro crasso. Se está participando de conversas ou se está expulsando advogados do processo, isso tem algo de errado.”

A discussão reforça que não há espaço para que juízes se envolvam em conversas ou críticas públicas sobre pares, prática que, para alguns, fere a Lei Orgânica da Magistratura.

Até o momento, a leitura dominante é de que o “erro crasso” apontado por críticos recai sobre a atuação de Mendonça no caso Master, mantendo aceso o debate sobre limites de atuação e independência no Judiciário.

Como você enxerga essa troca entre Judiciário e imprensa sobre o caso Master? Compartilhe sua opinião nos comentários abaixo e participe da discussão.

COMPARTILHE ESSE CONTEÚDO